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sexta-feira, 24 de maio de 2013

Ossada de 'monstro' pré-histórico é achada em gaveta de museu


Ossada de 'monstro' pré-histórico é achada em gaveta de museu

Os ossos do plesiossauro foram encontrados durante escavações em 1912

Réptil de 3 a 3,5 metros era pequeno em relação a outros plesiossauros Foto: BBCBrasil.com
Réptil de 3 a 3,5 metros era pequeno em relação a outros plesiossauros
Foto: BBCBrasil.com
Cientistas alemães divulgaram a descoberta de uma nova espécie de plesiossauro, animal pré-histórico da época dos dinossauros, cujo esqueleto estava há cem anos engavetado sem classificação.
O Museu de História de Natural de Berlim anunciou na última semana a descoberta da espécie de réptil marinho Gronausaurus wegneri, que habitava águas costeiras e deltas de rios há cerca de 137 milhões de anos, no período do Cretáceo Inferior.
Em entrevista à BBC Brasil, o paleontólogo Oliver Hampe, responsável pela descoberta, explicou não ser comum encontrar depósitos do Cretáceo Inferior pelo mundo, na comparação com o período Jurássico ou do Cretáceo Superior.
"Por isso, (a descoberta) faz aprendermos mais sobre a evolução no período, principalmente do grupo dos Plesiossauros."
Espécie de répteis teria parentesco com o réptil aquático Leptoceidus Capensis Foto: BBCBrasil.com
Espécie de répteis teria parentesco com o réptil aquático Leptoceidus Capensis
Foto: BBCBrasil.com
O "monstro" pré-histórico, como é chamado pelo museu, media entre 3 a 3,5 metros de comprimento, pequeno em relação a outros plesiossauros - que podiam chegar a ter até cerca de 20 metros de comprimento - e aos vizinhos mais famosos do período, os dinossauros - que por serem terrestres, pertencem a grupos diferentes.
Bons nadadores, o Gronausaurus wegnerinão possuíam braços ou pernas, sendo semelhantes ao "primo'' Leptocleidus capensis (na ilustração ao lado), também da família de répteis aquáticos Leptocleididae.
Fósseis em gavetas
Os ossos do plesiossauro estudado foram encontrados em escavações na região da Renânia do Norte-Vestfália, na fronteira entre a Alemanha e os Países Baixos, em 1912, junto a outros achados fósseis. Entre estes, estava o Brancasaurus brancai, descoberto pelo paleontólogo Theodor Wegner, em 1914, que também registrou nos seus escritos a existência de um segundo esqueleto não-classificado.
Guardado pelo Museu Geológico da Universidade de Münster, o fóssil do Gronausaurus wegneri só caiu nas mãos de Hampe no começo dos anos 2000, que o transferiu para o Museu de História Natural de Berlim para pesquisa.
Paleontólogo Oliver Hampe diz que achado ajuda a descobrir mais sobre o período Cretáceo Foto: BBCBrasil.com
Paleontólogo Oliver Hampe diz que achado ajuda a descobrir mais sobre o período Cretáceo
Foto: BBCBrasil.com
"Entre o trabalho com esse material e outros projetos paralelos, foram cerca de dez anos para confirmar que era realmente uma nova espécie'', contou.
O fato de o esqueleto pré-histórico ficar engavetado por um século não é um acontecimento isolado e é possível que outras descobertas do tipo ainda sejam feitas.
"Isso é comum, na verdade. Quando o cientista vai a campo, ele geralmente encontra mais material do que é capaz de trabalhar e cuida primeiro daquele encontrado diretamente. O restante é armazenado para avaliação futura e pode ser esquecido", segundo Hampe.
O esqueleto do Gronausaurus wegneri pertence ao Museu Geológico da Universidade de Münster e ainda não há previsão para ser exibido ao público.

terça-feira, 9 de abril de 2013

Estudo prevê extinção do sexo masculino em 5 milhões de anos



Dado a fragilidade do cromossoma Y - gene que determina o sexo masculino - um estudo da investigadora
 australiana Jennifer Graves prevê que o sexo masculino esteja em extinção dentro de cinco milhões de anos.

A cientista da Universidade de Camberra explicou a sua investigação durante uma palestra na Academia 
Australiana de Ciência afirmando que a questão do desaparecimento do cromossoma Y é "um acidente evolutivo".

Na palestra "O Declínio e a Queda do Cromossoma Y e o Futuro do Homem", Jennifer discutiu o 
desaparecimento do cromossoma e as implicações para o ser humano. A cientista ainda não sabe o que 
vai acontecer quando o cromossoma Y desaparecer totalmente, mas faz o paralelo com uma espécie de 
roedor que vive no Japão que consegue reproduzir-se sem o cromossoma Y.

Recordando que os homens têm cromossomas XY e as mulheres XX, Jennifer Graves disse que a 
estrutura do Y apresentar-se hoje mais frágil em relação ao X. Sendo que há três milhões de anos, o 
cromossoma Y tinha cerca de 1400 genes, agora tem menos de 100 e a tendência é diminuir, essa 
fragilidade pode significar o seu desaparecimento no futuro.

Apesar da descoberta, Jennifer Graves não acredita no fim da humanidade porque a desintegração do
cromossoma Y pode levar a que outro cromossoma - que ainda não sabe qual - desempenhe o seu papel 
originando assim uma nova espécie.

Descoberta nova tarântula gigante




O primeiro exemplar foi encontrado sem vida há três anos, mas agora os cientistas descobriram mais e... 
bem vivos

Foi descoberta numa aldeia do Sri Lanka uma nova espécie de tarântula que tem aproximadamente o 
tamanho
 de um rosto. (Veja o vídeo no final do texto)

Uma nova espécie de tarântula, rara, foi identificado por cientistas da Organização de Biodiversidade
 Educacional e de Pesquisa do Sri Lanka. O exemplar descoberta, que ficou com o nome científico 
'Poecilotheria
 rajaei', tem patas de 20 cm com marcas amarelas e, uma banda côr-de-rosa em redor do abdómen.

Já há três anos, os cientistas tinham sabido da existência de um exemplar igual ao descoberto. No entanto,
 nunca chegaram a vê-lo com vida, pois os habitantes da cidade de Mankulam, onde fora encontrada este 
tipo de tarântula pela primeira vez, abateram o aracnídeo.

Agora, de regresso ao local, uma equipa de investigadores da mesma organanização acabaram por 
encontrar
 mais destes enormes exemplares, desta feita, vivos, daí terem registado a descoberta como uma nova 
espécie, mais concretamente, rara e com características muito próprias: prefere viver em velhos troncos e é
 descrita no site da organização como "colorida, rápida e venenosa".

Cientistas descobrem a melhor cura para a ressaca



Esqueça o suco de laranja, o limão azedo, a cervejinha logo pela manhã ou qualquer outro “remédio” para a ressaca. Cientistas comprovaram que “o caminho da cura” é café e aspirina.
A cafeína e os ingredientes anti-inflamatórios da aspirina reagem ao etanol, o álcool – é ele que causa as dores de cabeça, graças a um acetato químico que ele produz no organismo e que afeta a algumas pessoas mais do que as outras.
Michael Osinsky, cientista da Thomas Jefferson University, na Filadélfia (EUA), induziu a ressaca em ratinhos de laboratório usando etanol. Depois deu a eles uma dose de cafeína com aspirina e percebeu que os compostos bloqueavam o acetato causador da ressaca.
Segundo Osinsky, nenhum dos outros “remédios caseiros” citados comumente como remédio para ressaca tiveram um efeito tão satisfatório.
Alguns ainda dizem que beber água é melhor, já que ela hidrata o corpo melhor do que bebidas com cafeína. Há também quem diga que usar analgésicos, como a aspirina, é uma má idéia, já que ela prejudicaria um estômago que já está fragilizado pelo álcool. De qualquer forma, o café com a aspirina ainda é o remédio que produz o efeito mais imediato. [Telegraph]

Futuro da nossa Comida


Como será a nossa alimentação daqui a 20 anos? O que iremos comer? Como iremos conservar e confeccionar os alimentos? Um concurso de design promovido pela Philips avança algumas ideias interessantes neste sentido.


 O futuro da comida
O que iremos comer daqui a vinte anos? Como iremos produzir, conservar e preparar os alimentos num futuro próximo? Estas questões levaram ao lançamento de um concurso de ideias promovido pela multinacional Philips destinado a investigar possíveis caminhos para o futuro da comida. Foram tidas em conta as actuais tendências e extrapoladas para um horizonte temporal de cerca de vinte anos. Após árduo trabalho, os designers sintetizaram as suas ideias em três grandes projectos.
O primeiro desses projectos, intitulado home farming (agricultura doméstica), é semelhante a um móvel alongado com prateleiras. Consiste numa estufa dividida em diferentes níveis com a possibilidade de obter condições ambientais diferentes em cada nível e assim cultivar diferentes espécies vegetais. Nos níveis mais baixos possui um reservatório de água que permite a criação de peixes. É, no fundo, semelhante a uma geladeira, mas com os alimentos vivos e, portanto, sempre frescos.
 O futuro da comida
O segundo projecto, diagnostic kitchen (cozinha diagnóstica), não é mais que um monitor que fornece informação personalizada sobre a comida. Graças a este dispositivo poderá saber qual o estado exacto dos alimentos que se prepara para ingerir. Mas há mais: existe um pequeno sensor que se engole como um comprimido e que fornece indicações precisas sobre o que necessita comer baseado na sua condição física e requisitos nutricionais.
 O futuro da comida
 O futuro da comida
O último projecto chamou-se food creation (criação gastronómica). A partir de vários alimentos este engenho cria combinações de diversas formas e consistências. É de todos os projectos o mais misterioso mas as suas potencialidades prometem ser extraordinárias. Acabar-se-á a eterna dúvida sobre o que vai ser o jantar...
 O futuro da comida
 O futuro da comida

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Tecnologia japonesa lê sonhos em tempo real


Análise da actividade cerebral foi através de imagens de ressonância magnética
Análise da actividade cerebral foi através de imagens de ressonância magnética
Uma equipa de cientistas japonese diz ter descoberto uma forma de descodificar os sonhos analisando a actividade cerebral de um grupo de voluntários através de imagens de ressonância magnética. Segundo o estudo publicado ontem na revista «Science», foram bem-sucedidos em cerca de 60 por cento dos casos.

Esta é a primeira vez, de acordo com os investigadores, que se consegue ler, a nível mundial, o que as pessoas vêem enquanto dormem. Os especialistas dos ATR Computational Neuroscience Laboratories, em Quioto, identificaram a parte do cérebro activada durante os primeiros minutos do sono e, de seguida, acordaram os voluntários para saber o que tinham sonhado. O processo foi repetido 200 vezes.
Mediante as respostas, a equipa comparou os mapas cerebrais produzidos pela ressonância magnética. Os investigadores seleccionaram palavras-chave relacionadas a objectos ou cenas visuais e inseriram-nas numa base de dados organizada em grupos lexicais – as palavras "casa", "hotel" e"prédio", por exemplo, foram agrupadas.

Segundo o artigo publicado, as tentativas seguintes de prever o que os participantes tinham visto durante os sonhos registaram uma taxa de sucesso de 60 por cento, que subiu para os 70 por cento quando se tratava de itens específicos.

O estudo centrou-se na fase transitória entre estar acordado e adormecer, para que fosse possível realizar um número maior de observações, acordando os participantes com frequência para que pudessem relatar o que viam durante o sono.

O próximo passo destes cientistas é em 'prever' outras experiências vivenciadas durante os sonhos, nomeadamente cheiros, cores e emoções, além das histórias completas sonhadas pelos indivíduos.

Esta investigação insere-se num programa de estudos sobre o cérebro que está a ser financiado pelo governo japonês. A equipa acredita que a tecnologia poderá vir a ajudar pessoas a moverem membros artificiais com o seu próprio cérebro e surgir como uma possível solução para a demência ou outras doenças cerebrais.

"PARASITA CONTROLADOR DA MENTE"

Os cientistas afirmam que 40% da população está infectada com "PARASITA CONTROLADOR DA MENTE"



Joanne Webster, professor de epidemiologia parasita do Imperial College de Londres, explica que muitos parasitas favorecem o cérebro ", pois abriga-los de toda a fúria do sistema imunológico". Mas, diz ela, "dá-lhes também o acesso directo à maquinaria para alterar o comportamento do hospedeiro".


O Telegraph informou que
"Não é um parasita unicelular chamado Toxoplasma gondii, que é encontrado em gatos domésticos, e é estimada para infectar 350 mil pessoas por ano na Grã-Bretanha. Seu efeito sobre os seres humanos tornou-se a obsessão de Jaroslav Flegr, professor de biologia evolutiva da Universidade Charles, em Praga, que a vinculou com perturbações de comportamento, tais como a condução imprudente e um maior risco de suicídio. Os ratos infectados com Toxo, como os cientistas do Imperial College descobriram, na verdade, como o cheiro de urina de gato, em vez de ser aterrorizados por ele. E os estudos na Universidade de Stanford, na Califórnia, revelaram as mudanças neurais que estão por trás desta transformação.
Toxo - que vem na forma de minúsculos unicelulares cistos - foi agrupada em duas áreas do cérebro: os controladores medo e prazer. Caminhos que normalmente responderam com o cheiro de urina de gato com alarme tinha sido amortecida para baixo, enquanto o hormônio dopamina prazer, normalmente liberado em resposta à urina de roedores fêmea, estava agora desencadeada pelo cheiro de gato. Mais recentemente, os pesquisadores demonstraram que o DNA Toxo inclui dois genes que aumentam a produção de dopamina. Cérebros humanos têm muitas semelhanças com as de ratos e camundongos, sugerindo que o maior número de acidentes de carro entre aqueles com infecção Toxo pode ser devido a que amortecimento respostas de medo. "


Os cientistas que relataram estes resultados são baseados fora do Reino Unido e eles estimam que cerca de 40% da população de sua área estão infectadas com este parasita. A estimativa de que eles dão só se aplica diretamente à população no Reino Unido, mas com estes parasitas tão abundantes em várias partes diferentes do planeta, é provável que este número de 40% é tão relevante muitos outros lugares em todo o mundo.
Outro estudo, publicado na revista científica PLoS Pathogens , foi liderada pelo Dr. Barragan e conduzido juntamente com pesquisadores da Universidade de Uppsala. Dr. Barragan explicou em uma entrevista meses atrás afew que este não é um problema novo para a espécie humana:

"Nós acreditamos que este conhecimento pode ser importante para a compreensão adicional de interações complexas em alguns dos principais problemas de saúde pública, que a ciência moderna ainda não foi capaz de explicar plenamente .... Ao mesmo tempo, é importante enfatizar que os seres humanos têm vivido com este parasita por muitos milênios , para portadores de hoje do Toxoplasma não precisa ser particularmente preocupado. "


"Nós não olhamos para as mudanças de comportamento em pessoas infectadas com o toxoplasma, como que foi tratado por estudos anteriores", diz o Dr. Barragan. "Em vez disso, nós mostramos pela primeira vez como o parasita se comporta no corpo de seu hospedeiro, o que quero dizer como ele entra no cérebro e manipula o hospedeiro, por assumir um dos neurotransmissores do cérebro."
O objetivo principal dessas experiências recentes é entender melhor como funciona o cérebro e como neurotransmissores comunicar uns com os outros. Esta pesquisa é mais provável direcionado para o desenvolvimento de drogas mais psiquiátricos, como se o mundo precisa de mais nenhuma delas.
Embora seja sempre uma boa coisa para ter uma compreensão mais profunda de como a mente humana e função do corpo, também é importante para manter um olho no desenvolvimento deste tipo de estudos, porque há sempre a possibilidade de que eles podem ser tomadas em uma direção malévolo, com a intenção de controlar as populações.
Como para o próprio parasita, é basicamente inofensivo. Ela pode fazer você um pouco louco, mas todos nós somos um pouco louco mesmo, então não é grande coisa.

Gripe do rastro químico: Você já ouviu falar?


Enviado por: Fernando Silveira Você está doente. Seu nariz está entupido. Seu corpo dói, você está suado, tosse, espirra e não tem energia suficiente para sair da cama. Não é a gripe. É uma conspiração, de acordo com o Dr. Len Horowitz. Sua opinião não é baseada na teoria da conspiração, mas em um fato de conspiração. Nos últimos 10 anos, Horowitz tornou-se a autoridade médica mais controversa da América. Um pesquisador médico treinado na universidade, Horowitz, 48, acusa que elementos do governo dos Estados Unidos estão conspirando com grandes empresas farmacêuticas para fazer grandes segmentos da população doentes. A grande mídia está relatando que as salas de emergência dos hospitais estão lotadas com pacientes que sofrem de uma infecção respiratória superior bizarra que não chega a parecer com um vírus. Eles estão relatando que isso é um "mistério" da gripe e que as vacinas contra a gripe são ineficazes contra ela. "Isso é tudo bobagem, tolice falsa", diz o Dr. Leonard Horowitz. "O fato da questão é que temos visto este tipo de epidemia, desde o final de 1998 e o início de 1999. Pessoas têm sofrido as consequências desta doença bizarra que parece não seguir qualquer lógica viral ou bacteriana ou de período de transição." Se fosse realmente uma infecção bacteriana ou viral, isso causaria febre, mas não o faz. Ela dura por semanas, se não meses. Congestão nasal, drenagem do seio nasal, tosse, mal-estar, fadiga geral. As pessoas têm se sentido "desligadas". O Instituto de Pesquisa de Patologia das Forças Armadas registrou uma patente para o Micoplasma patogênico que está causando a epidemia. Você pode ver o relatório de patente no livro, Healing Codes for the Biblical Apocalypse (Códigos de Cura Para O Apocalipse Bíblico). "Acredito que os rastros químicos são responsáveis por uma intoxicação química do público, o que causaria uma supressão geral imunológica, de baixo grau a alto grau, dependendo da exposição. A disfunção imunológica permite que as pessoas tornem-se suscetíveis a infecções oportunistas, tais como infecções por Micoplasma este e outros oportunistas ", diz o Dr. Horowitz. "Eu comecei a investigar os rastros químicos quando alguns foram pulverizadas sobre a minha casa no norte de Idaho. Tirei fotos deles, e então contatei a Agência de Proteção Ambiental do Estado, os quais não tinham a menor idéia e me encaminharam para a Força Aérea. Eles me colocaram em contato com Centro de Controle de Doenças de Toxicologia, e depois de cerca de uma semana, recebi uma carta de um de seus principais toxicologistas dizendo, de fato, que havia uma certa quantidade de brometo de etileno no combustível do jato. Brometo de etileno é um químico cancerígeno humano conhecido que foi removido da gasolina sem chumbo por causa de seus efeitos cancerígenos. Agora, de repente, apareceu no combustível de jato que aviões militares de alta altitude estão emitindo!". "O que eu estou relatando a você agora não é especulação. Se você fosse ler a análise de especialistas experts em guerra militar, incluindo o relatório da Montanha de Ferro - a família Rockefeller é um dos principais jogadores nesta conspiração. Eles são um dos principais jogadores no genocídio do mundo, redução da população mundial. Isso não é nenhum mistério." "Se você não pode explicar racionalmente ou de qualquer outra forma, eu acho que você tem que começar a considerar as teorias da conspiração e eliminar o rótulo negativo que colocaram em teorias da conspiração que foram demonizadas juntamente com a medicina holística." As famílias do crime governantes estão fazendo grandes fortunas a partir do sofrimento da humanidade. Os Rockefeller monopolizaram a medicina americana na década de 1920. Eles, juntamente com I.G. Farben, a principal organização industrial da Alemanha, detinha o monopólio sobre as indústrias do mundo dos químicos e farmacêuticos. Os Rockefellers e I.G. Farben trabalharam juntos antes da Segunda Guerra Mundial e durante a Segunda Guerra Mundial. Para todos os efeitos práticos, os Rockefellers e IG Farben foram o Terceiro Reich. Quem mais está envolvido? A Companhia Merck Farmacêutica. Seu presidente, George W. Merck, foi diretor da indústria de armas biológicas americana durante a Segunda Guerra Mundial. Ele foi pessoalmente nomeado pelo presidente Roosevelt e Secretário de Guerra Stimson. 
Fonte: Zengardner

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