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terça-feira, 31 de dezembro de 2013

A Historia conta como surgiu as festas de ano novo

maneira, principalmente na véspera da data.

O ano-novo do calendário gregoriano começa em 1 de janeiro (Dia do Ano Novo), assim como era no calendário romano. Existem inúmeros calendários que permanecem em uso em certas regiões do planeta e que calculam a data do ano-novo de forma diferente. A comemoração ocidental tem origem num decreto do imperador romano Júlio César, que fixou o 1 de janeiro como o Dia do Ano-Novo em 46 a.C. Os romanos dedicavam esse dia a Jano, o deus dos portões. O mês de Janeiro deriva do nome de Jano, que tinha duas faces (bifronte) - uma voltada para frente (visualizando o futuro) e a outra para trás (visualizando o passado). O povo romano era politeísta, ou seja, adorava vários deuses diferentes, e não existe nenhum relato de que o povo judeu que viveu nessa mesma época tenha comemorado o ano novo, tampouco os primeiros cristãos.
A ordem dos meses no calendário romano vai de janeiro a dezembro desde o rei Numa Pompilius em cerca de 700 a.C, de acordo com Plutarco e Macrobius. Foi só recentemente que o dia 1 de janeiro voltou a ser o primeiro dia do ano na cultura ocidental. Até 1751, por exemplo, na Inglaterra e no País de Gales (e em todos os domínios britânicos), o ano-novo começava em 25 de março.3 Desde então, o 1º de janeiro tornou-se o primeiro dia do ano. Durante a Idade Média, vários outros dias foram diversas vezes considerados como o início do ano civil (1 de março, 25 de março, 1 de setembro, 25 de dezembro). Em muitos países, como República Checa, Brasil, Espanha, Itália e Reino Unido, o dia 1 de janeiro é um feriado nacional. (Para obter informações sobre a mudança do calendário juliano para o calendário gregoriano e o efeito sobre a datação de eventos históricos, consulte o verbete Mudança para o calendário gregoriano)
Com a expansão da cultura ocidental para muitos outros lugares do mundo durante séculos recentes, o calendário gregoriano foi adotado por muitos outros países como o calendário oficial e a data de 1 de janeiro tornou-se global para se comemorar o ano-novo, mesmo em países com suas próprias celebrações em outros dias (como Israel, China e Índia). Na cultura da América Latina, há uma variedade de tradições e superstições em torno dessas datas como presságios para o próximo ano. fonte wikipedia livre.org

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Aviso importante

Teles e Globo se unem para rever regras da internet


Ouvir o texto
As operadoras de telefonia se uniram às Organizações Globo para tentar virar o jogo e rever o ponto central do Marco Civil da Internet, que está previsto para ser votado pela Câmara na quarta-feira.
A Folha apurou que, a pedido do presidente da Câmara, Henrique Alves (PMDB-RN), deverá ser votado um texto de consenso, que reunirá sugestões feitas pelas teles e pela Globo. Na quarta passada, a pressão das operadoras impediu a votação.
Oficialmente, as empresas não comentam. Por meio de sua assessoria, a Globo afirmou que defende o princípio da neutralidade da rede, principal ponto do projeto, e que não fechou qualquer acordo.
A reportagem teve acesso a versões preliminares do novo texto que surgiram após uma reunião na casa do presidente da Câmara, quarta.
Além de representantes das teles e da Globo, estiveram no encontro o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e o relator do projeto, deputado Alessandro Molon (PT-RJ).
A participação da Globo ganhou força porque os radiodifusores buscam garantias de que o projeto trate de direitos autorais. As emissoras querem que conteúdos publicados sem licença na internet sejam retirados do ar pelos sites sem necessidade de ordem judicial, como é hoje.http://www1.folha.uol.com.br/poder/2013/11/1366087-teles-e-globo-se-unem-para-rever-regras-da-internet.shtml

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Manifestação pede o fim das demolições do Célio de Barros e Júlio Delamare

Esportes

Manifestação pede o fim das demolições do Célio de Barros e Júlio Delamare

Além dos atletas de alto nível, o fim dos complexos esportivos prejudica sociedade civil

Jornal do BrasilCaio Lima *
Cerca de 100 pessoas participaram nesta quarta-feira (10) de um protesto contra as demolições do Estádio de Atletismo Célio de Barros e do ParqueAquático Júlio Delamare, ambos situados no Complexo do Maracanã. Dentre os manifestantes, muitos ligados a projetos sociais que eram desenvolvidos no espaço até janeiro deste ano, quando o Governo do Estado interditou o Célio de Barros e o Júlio Delamare com a justificativa de demoli-los e, no lugar, construir dois edifícios-garagem com 22 metros de altura cada, além de restaurantes, bares e lojas, visando a Copa do Mundo e as Olimpíadas.
Uma das manifestantes, a dona de casa Heloisa Helena da Silva, usuária da piscina do Parque Aquático Júlio Delamare, classifica a atitude do governo Sérgio Cabral como uma “falta de respeito” com a população: “Sofro de hérnia de disco e há quase 15 anos faço a hidroginástica nesta piscina, tratamento que foi recomendado pelo médico. Desde que ele está fechado, não faço nenhuma sessão de hidroginástica, pois fora daqui é muito caro e eu não tenho condições de pagar. A atitude é desrespeitosa com a sociedade que necessita do espaço e a situação é ainda pior para os deficientes que usavam o espaço”.
Uma dessas pessoas que sofrem de alguma deficiência e praticavam esportes no complexo como uma forma de reinserção à sociedade é Sérgio Ricardo de Sá de Jesus, que sofre de autismo e hipertensão. Sua mãe, Elian Teresinha, afirma que, desde os cinco anos de idade, Sérgio, hoje com 30, pratica natação no Júlio Delamare: “Há 25 anos meu filho vinha obtendo resultados positivos nadando aqui, pois ele tinha uma atenção individual dos professores e, além disso, melhorou muito seu comportamento e disciplina. Desde que interditaram, ele está menos disciplinado e o sono dele, por exemplo, não é mais o mesmo, já que ele não perde energia durante o dia. Então, ele sempre acorda hiperativo, gritando no meio da madrugada”.
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Desrespeito jurídico
Desde que o Júlio Delamare e o Célio de Barros foram interditados pelo governo estadual, três liminares impedindo o adiamento das demolições foram impetradas tanto pelas entidades esportivas envolvidas, como pela Defensoria Pública da União. Duas delas foram revogadas pelo Tribunal de Justiça (TJ) estadual e a última ainda está em vigor, ou seja, no momento nada pode ser removido do lugar. No entanto, segundo o presidente da Federação de Atletismo do Rio de Janeiro (Farj), Carlos Lancetta, aparelhagens do Célio de Barros foram “danificadas arbitrariamente”.
“A torre de controle da cronometragem eletrônica foi demolida e todo o cabeamento elétrico subterrâneo foi retirado sem nenhuma explicativa plausível. Outro equipamento destruído foi a gaiola onde são feitos os arremessos de peso e disco e, pior, serraram as grades e sumiram com o material. Tudo isso ocorreu com a liminar em vigor e está registrado na 18ªDP (Praça da Bandeira)”, denuncia Lancetta, que ressalta: “Quando fui tirar foto para registrar a arbitrariedade cometida, um segurança tomou o celular da minha mão”.
Lancetta, no entanto, não sabe dizer quem foi o responsável pela ordem de tirar os aparelhos do complexo, mas sabe que foi a empreiteira Odebrecht, que possui a maior porcentagem da concessão do Maracanã, a responsável pela ação. Segundo o presidente da Farj, foram gastos cerca de US$ 52 mil pela torre eletrônica e US$ 26 mil pela grade onde são efetuados os arremessos.
Ainda de acordo com Lancetta, há cerca de R$ 500 mil a R$ 600 mil em materiais esportivoscomprados para o Pan-Americano de 2007 que estão dentro do complexo e ninguém pode ter acesso. “Até eu, que fui delegado como o fiel depositário responsável por esses equipamentos, não posso entrar para vê-los”, afirma.
Já o presidente da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA), Coaracy Nunes, se mostra mais preocupado com o futuro dos atletas olímpicos: “Estamos na pendência dessa liminar, que, por enquanto, proíbe qualquer demolição do espaço, mas estou pessimista em relação às Olimpíadas, pois a natação, que é uma das modalidades em que o Brasil tem grandes chances de medalha, não tem espaço público para os treinos. Temos que continuar com esses movimentos nas ruas. Só assim os governantes pensam duas vezes antes de praticar qualquer ação em detrimento do esporte”.
Presente no protesto, o defensor público da União, André Ordacgy, questionou a posição do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), de Brasília, sobre as demolições.
“Temos pressa para que o Iphan nacional volte atrás na decisão de autorizar a demolição desses complexos esportivos. Verbalmente, já nos garantiram que não irão permitir torres de estacionamento, nem lojas e restaurantes. Aí, eu pergunto: demolir para quê, demolir por demolir?”, criticou Ordacgy.
Mesmo com a situação complicada, o defensor público ressaltou durante o protesto que, “pela primeira vez, uma liminar que impede a demolição não foi revogada pelo TJ-RJ em questões de horas”. Segundo ele, graças aos apelos dos movimentos sociais que acontecem em todo o Brasil.
O representante do Comitê Popular da Copa e Olimpíadas, Gustavo Mehl, garantiu que o grupo continuará a realizar uma série de manifestações nas ruas “para exigir o cancelamento imediato da concessão do Maracanã, que foi feito de forma arbitrária e trouxe prejuízos para os cofres públicos”.
*Do Programa de Estágio do Jornal do Brasil
Tags: cbda, complexo, defensoria, farj, maracanã, ordacgy
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terça-feira, 25 de junho de 2013

Prefeito de Uberlândia anuncia redução de tarifa dos ônibus

Prefeito de Uberlândia anuncia redução de tarifa dos ônibus

Durante uma coletiva de imprensa que aconteceu nesta tarde, o prefeito Gilmar Machado anunciou que a tarifa de ônibus será reduzida em Uberlândia.
De acordo com o prefeito, as pessoas que usam a carteirinha eletrônica terão a passagem reduzida em R$ 0,15, passando para R$ 2,70.
Para quem paga a passagem em dinheiro nas roletas, o valor cobrado será de R$ 2,80.Os novos valores entram em vigor em 1º de julho. Estudantes continuarão com o desconto de 40% em cima do valor da passagem até o final do ano.
No ano de 2014 o desconto para os alunos será de 50%. A redução das passagens se deu em função das manifestações que ocorrem em todo o Brasil.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Bandidos espancam e ateiam fogo em vítimas no Saraiva

Bandidos espancam e ateiam fogo em vítimas no Saraiva

plantão políciaTrês pessoas foram torturadas neste domingo (23), na rua Machado de Assis, bairro Saraiva, zona sul de Uberlândia. De acordo com a Polícia Militar (PM), uma mulher e dois homens foram espancados e tiveram os corpos queimados por três criminosos, que invadiram a casa deles.
Os autores chegaram em um veículo Chevette de cor branca, espancaram uma das vítimas, em seguida colocaram as três dentro do veículo, as levaram até uma construção em um local desconhecido delas, jogaram gasolina e atearam fogo. As vítimas sofreram queimaduras de 3º grau por todo o corpo.
Os autores fugiram sem deixar pistas. Vizinhos acionaram a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros. A equipe de resgate encaminhou os três até o Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), e o estado de saúde delas é delicado.
A Polícia encontrou na casa das vítimas uma placa de um veículo Golf roubado na cidade. A placa foi entregue na delegacia. A suspeita dos militares para este crime é que o motivo seja relacionado com dívida de drogas.fonte uipi de noticias

domingo, 23 de junho de 2013

Após vandalismo, PM mineira anuncia "tolerância zero"; PEC 37 é ignorada em BH

Após vandalismo, PM mineira anuncia "tolerância zero"; PEC 37 é ignorada em BH

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Protestos em Minas Gerais82 fotos

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22.jun.2013- Manifestantes depredam patrimônio público e privado após confronto com policiais militares em Belo Horizonte, neste sábado, nas proximidades do estádio Mineirão. Uma fogueira foi feita com objetos tirados das lojas Mariela Guimarães/O Tempo/Estadão Conteúdo
A PM (Polícia Militar) de Minas Gerais anunciou neste sábado (22), logo após osdistúrbios ao redor do estádio do Mineirão, quando cerca de 60 mil pessoas tentaram furar a barreira de dois quilômetros (limite imposto pela Fifa) até o local, que não haverá mais tolerância com distúrbios em Belo Horizonte. "Acabou a ação reativa que a PM estava mantendo até agora. Vamos adotar a tolerância zero nos protestos", afirmou o tenente coronel Luiz Alberto. Pelo menos 22 pessoas foram detidas.

QUAL DEVE SER O PRINCIPAL TEMA DOS PRÓXIMOS PROTESTOS NO BRASIL?

O confronto começou depois que, mais uma vez, parte dos manifestantes tentou furar o bloqueio policial e ainda jogou pedras contra os policiais. Com a agressão, 27 pessoas ficaram feridas (20 manifestantes e sete policiais). Quatro feridos foram encaminhados a hospitais e têm quadro grave. Dois deles caíram do viaduto José Alencar, na confluência das avenidas Antônio Carlos e Antônio Abrahão Caram.
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Internautas registram protestos motivados por aumento das tarifas do transporte; veja fotos200 fotos

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Internauta Cláudio Júlio Casara de Melo, morador de Vilhena (RO), registrou o ''Dia do Basta'', protesto contra a corrupção Você manda/Cláudio Júlio Casara de Melo
"Fomos atingidos até por um artefato feito de metal e chumbo. Isso é pior que bala de borracha", disse o tenente-coronel.
Durante cerca de duas horas, os 2 mil soldados da corporação, além de 150 homens da Força Nacional de Segurança, não revidaram aos ataques dos, que jogavam bombas (garrafão), pedras, pedaços de metal, chumbo, tijolos e latas contra os policiais. Após o término do jogo entre México e Japão, porém, a PM revidou com bombas de gás lacrimogêneo e tiros de balas de borracha. 
Com as bombas de gás lacrimogêneo, a multidão se dividiu em diversos grupos e correu para sentidos diferentes. Ao mesmo tempo, os participantes do ato jogaram mais pedras, além de foguetes e objetos diversos contra os policiais.
No meio da confusão, uma parte dos manifestantes seguiu a passeata pela avenida Santa Rosa, que era um trajeto permitido e que também dava acesso ao estádio. O restante continuou tentando subir a avenida Antônio Abrahão Caram, para ter acesso ao estádio, e o confronto continuou. Muitas pessoas passaram mal e precisaram ser amparadas por colegas de movimento.
A partir daí, formaram-se grupos que quebraram o que viam pela frente. Três concessionárias de veículos foram invadas e destruídas parcialmente. Oito automóveis Hyundai, modelos de luxo, com preços médios de R$ 80 mil, foram depredados pelos manifestantes na loja do Grupo Cao.
Os manifestantes seguiram pela avenida Antônio Carlos, destruindo placas de trânsito, provocando incêndios e quebrando vitrines de lojas. Parte da grade de proteção da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais, que fica ao lado do estádio, foi destruída. A multidão seguiu para a praça Sete, no centro da cidade, onde os protestos continuam.
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Manifestantes saem às ruas em protestos pelo Brasil109 fotos

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O internauta Carlos Sodré registrou imagens do protesto em Belém (PA), onde houve enfrentamento entre policiais e manifestantes Você manda/Carlos Sodré

Protestos pelo Brasil - 20 vídeos



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